terça-feira, 27 de abril de 2010
OFICINA AVALIATIVA FINAL
quinta-feira, 15 de abril de 2010
OFICINA 4
TP2: ANÁLISE LINGUÍSTICA E ANÁLISE LITERÁRIA
UNIDADES 7 E 8 DATA: 10/04/10
terça-feira, 30 de março de 2010
OFICINA 3
quarta-feira, 24 de março de 2010
OFICINA 2
TP1: LINGUAGEM E CULTURA
UNIDADES 3 E 4 DATA: 20/03/10
OFICINA 1
TP 1: LINGUAGEM E CULTURA
UNIDADES 1 E 2 DATA: 13/03/10
sexta-feira, 5 de março de 2010
OFICINA 12
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
OFICINA 11
UNIDADES: 21 e 22 DATA: 06/02/10
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
OFICINA LIVRE IV E AUTOAVALIAÇÃO
OFICINA LIVRE IV E AUTOAVALIAÇÃO
DATA: 19-12-09
Resolvemos agir de modo diferente com relação ao filme nacional NARRADORES DE JAVÉ. Decidimos assisti-lo nessa oficina livre, pois iniciaremos a TP6 na próxima etapa em 2010 que também trata de leitura e dos processos de escrita. Antes de assistirmos ao filme, fizemos algumas reflexões sobre a forma que é ensinada a escrita. Alguns professores ressaltaram que o professor trabalha a escrita com os alunos, mas não trabalham de forma sistemática e/ou não dá o retorno para o aluno sobre o que escreveu. As cursistas enfatizaram também que o professor demora muito a dar o retorno, e que os alunos nem se lembram mais do que escreveram. Outro aspecto observado é que os professores priorizam mais aspectos gramaticais ou somente interpretação de texto, pois a produção, correção e revisão demandam tempo e trabalho mais longos. Concluíram que a forma que a leitura e a escrita como são ensinadas levam o aluno ao desgosto por tais processos.
Em seguida, discutimos novamente a questão do letramento:
- É letrado somente quem sabe ler, escrever e interpretar?
- Uma pessoa que não teve o seu processo de ensino completo pode ser letrada?
- Letramento se refere somente a leitura/escrita ou envolve conhecimento de mundo/oral?
Em seguida, assistimos ao filme; fizemos algumas discussões sobre o papel do escriba e levantamos algumas inferências sobre o filme. Os professores elaboraram algumas questões que exploram o filme de forma explícita e implícita: os dialetos, a presença da religiosidade naquela cultura, a elitização do indivíduo que detém um pouco mais de conhecimento e habilidade da escrita, etc. Essas questões elaboradas servirão para análise do filme juntamente com os alunos futuramente.
Para finalizar o encontro, fizemos uma autoavaliação do nosso trabalho e da nossa formação continuada com as cursistas.
Algo que já havia sido discutido na nossa primeira oficina (Introdutória) veio à tona novamente: infelizmente muitos professores não quiseram participar do programa por ser aos sábados e porque requer tempo de estudo e de preparação para a aplicação das atividades. Tem sido difícil persistir, mas conseguiremo chegar ao final com muito esforço e dedicação. Infelizmente, das quatro cursistas, somente duas compareceram. O trabalho para finalizar o ano letivo nas escolas está deixando o professor saturado. Portanto, não puderam comparecer.
Mas não deixamos de finalizar o nosso encontro com alegria e com sensação de ter parte do nosso dever cumprido. Refletimos que aprendemos muito com a educação continuada e que pretendemos repassar esse conhecimento para frente, ou seja, pretendemos repassar o material e aquilo que aprendemos durante o curso para os professores que não participaram do programa. Algumas cursistas disseram que colocarão na pauta da próxima reunião nas escolas (para planejamento anual) tudo aquilo que aprenderam. Assim, a escola poderá trabalhar de forma mais unificada e obter melhores resultados nas avaliações externas.
Concluímos que aprendemos muito sobre a nossa prática na sala de aula. Foi enfatizado que o professor muitas vezes detém um grande conhecimento, mas não sabe repassá-lo de forma prazerosa para seus alunos. E o gestar veio se somar a isso: fazer da nossa prática, um momento de prazer e conhecimento, em que o aluno e professor interagem de forma eficiente.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
OFICINA AVALIATIVA
- Que deram certo: seleção dos erros mais comuns; exposição dos textos mais “deficientes para os alunos”; pedir para os alunos identificarem o que acham que está incorreto; trabalhar algumas das dificuldades; fazer reescrita e pesquisa em dicionários; conversa com os alunos mais tímidos e desinteressados.
SOLUÇÕES A LONGO PRAZO:
-Trabalhar as outras dificuldades
encontradas, pois trabalhar ortografia, concordância, etc requer tempo.
-Mobilizar família e equipe pedagógica da escola.
-Elaborar atividades mais prazerosas: soletrando, gincanas etc.
OFICINA LIVRE III
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
OFICINA LIVRE II
A princípio, gostaria de destacar algumas reflexões sobre o atual sistema de ensino do nosso país, bem como os efeitos futuros que se seguirão.
domingo, 4 de outubro de 2009
OFICINA LIVRE I
- Entendemos que as atividades de falar, ler e escrever representam dificuldades comuns apresentadas pela maioria dos alunos em diferentes situações de uso da linguagem. Lembramos ainda que o texto é sempre o elemento proponente das atividades de leitura e de produção de textos, análise e descrição da língua. Tais atividades incluem questões relacionadas ao contexto sócio-cultural da língua, o que estimula os alunos a refletirem sobre a realidade que os cerca.
- O trabalho com texto não é um trabalho desconhecido pelos professores de Língua Portuguesa. Eles trabalham com textos, mas o problema está na prática, na aplicação, no desenvolvimento das competências. O professor trabalha com texto de forma estanque e não de forma contínua.
- O resultado das provas sistêmicas tem mostrado que as principais dificuldades dos alunos são: relacionar textos, fazer inferências, associar o texto verbal ao não verbal, localizar a tese do texto, diferenciar opinião e fato, identificar intertextualidade etc.
A partir de tais análises, os professores discutiram que não basta classificar os textos, identificar o gênero. Os alunos conseguem identificar o gênero textual sem dificuldade; no entanto, encontram dificuldades em explicitar a função social do texto, de ler o que está implícito, em associar textos com outros. Diante disso, a melhor alternativa para trabalhar gêneros é envolver os alunos em situações concretas de uso da língua para que consigam, de forma criativa, escolher meios adequados aos fins que se deseja alcançar.
Partindo desse pressuposto, os professores selecionaram gêneros textuais presentes em revistas e jornais: tirinha, classificado, charge, capa de revista, reportagem, resenha, crônicas etc. Elaboram questões direcionadas para alunos dos 6º e 9º anos. As questões tinham como descritores:
- relacionar, em um texto, assunto e finalidade com o tipo de texto;
- reconhecer referências ou remissões explícitas a outros textos;
- relacionar uma informação identificada no texto com outras oferecidas no próprio texto ou em outros textos;
- inferir o sentido de uma palavra ou de uma expressão considerando o contexto e/ou universo temático e/ou a estrutura morfológica da palavra;
- avaliar a força argumentativa com a finalidade do texto ou em função do interlocutor;
- analisar o efeito de sentido conseqüente do uso de recursos gráficos: diagramação, forma, tamanho, tipo de letras e disposição espacial, etc;
- relacionar, em um texto, assunto e finalidade com o tipo de texto;
- relacionar informações oferecidas por figura, foto, gráfico ou tabela com as constantes no corpo de um texto etc.
domingo, 20 de setembro de 2009
OFICINA 10
TP 5: ESTILO, COERÊNCIA E COESÃO
DATA: 19/09/09
OFICINA 9
TP 5: ESTILO, COERÊNCIA E COESÃO
UNIDADES 17 E 18
DATA: 12/09/09
- estabelecer relação, em uma narrativa ficcional, entre a estratégia narrativa e o desenvolvimento do enredo;
- correlacionar, em um texto dado, termos, expressões ou ideias que tenham o mesmo referente;
- avaliar a função argumentativa de operações como seleção lexical, formas de tratamento e relações de correferência: hiperonímia, expressões nominais definidas, repetição, sinonímia;
- estabelecer relações sintático-semânticas na progressão temática: temporalidade, causalidade, oposição, comparação;
- estabelecer relação entre uma tese – global ou local – e os argumentos oferecidos para sustentá-la;
- estabelecer relação entre uma tese e os argumentos oferecidos para sustentá-la;
- etc.
As cursistas demonstram um bom conhecimento sobre o aspecto teórico. A deficiência é o como aplicar, o caminho a ser seguido para que o ensino seja proficiente.
Prosseguimos fazendo a socialização das experiências. De acordo com as cursistas, o maior problema ao aplicar o Avançando na Prática não tem sido provocado pelos alunos, mas sim pelos diretores. Alguns criticam de forma negativa, outros são neutros, agindo de forma indiferente, ou seja, não há apoio. Outra dificuldade enfrentada é conseguir conciliar os projetos da escola com as atividades do Gestar II. Enfatizei que não precisam abrir mão de projetos para aplicar as nossas atividades, mas conciliá-los. Algumas cursistas disseram que a natureza de alguns projetos não permitem que sejam aplicadas as atividades do Avançando na Prática e que a equipe pedagógica da escola não abre mão disso. Informei-lhes que pediria à coordenadora da SRE para comparecer em nossos próximos encontros para que pudessem expor os problemas enfrentados
Infelizmente vemos que não são só os problemas encontrados na sala de aula que não nos permitem desenvolver um bom trabalho, mas nossos próprios colegas têm sido uma verdadeira "pedra no caminho". Falta ao corpo docente, juntamente com diretores, orientadores e supervisores, assumirem uma postura diferente da que temos visto: a equipe pedagógica não dá suporte o suficiente para que o professor desenvolva o seu trabalho de forma competente e promissora. O que temos vivenciado também é o egoísmo entre os próprios professores. Aquilo que fazem de bom e que resultou em sucesso, não compartilham com os colegas a fim de fazer da escola em que trabalham, a melhor escola. Se isso continuar acontecendo, não haverá uniformidade do ensino e, infelizmente, por mais que alguns (dos muitos professores) façam cursos de capacitação, se não haver socialização das experiências, nossos projetos tendem a ir por água abaixo.
Quanto aos alunos, os professores disseram que a cada dia se surpreendem (ou serão os alunos que estão surpreendidos?) com o interesse dos alunos. Até mesmo aqueles mais tímidos têm participado das atividades.
Em seguida, fizemos o estudo teórico da Unidade 17 - Estilística e Unidade 18 - Coerência Textual. Discutimos as seções de modo a socializar e compartilhar nossas leituras. Discutimos todos os tópicos das unidades detalhadamente. Discutimos a riqueza dos aspectos sonoros e refletimos sobre o Ampliando nossas Referências. Na sequência, os professores relataram suas experiências do Avançadndo na Prática e as atividades trabalhadas foram: da unidade 17, a da página 50; da unidade 18, a da página 82 e da página 105.
A professora que aplicou a atividade da página 50 nos relatou que abordou o termo estilística com os alunos, dizendo que cada um tem um estilo. Em seguida, pediu que os alunos narrassem algo ( o tema foi livre). Após, avaliou os trabalhos dizendo que os alunos seguiram a proposta do AP.
A atividade aplicada da página 82 mobilizou todos os alunos da cursista Juliana. Os alunos realmente quebraram a cabeça para tentar montar o jogo. Em seguida, a professora explicitou para os alunos que, assim como é o quebra-cabeças, assim é o momento de produção de nosso texto. Se este não tiver as palavras de forma que tenham sentido, elas não serão encaixadas.
A cursista Gorete aplicou o AP da página 105. Após explanar o assunto para os alunos, distribuiu uma história em quadrinho sem as falas das personagens para que os alunos as colocassem de maneira que o texto ficasse coerente e coeso. Segundo a professora, os alunos participaram demonstrando um grande interesse e que relacionaram muito bem o texto verbal ao texto não verbal. Quanto ao relacionamento com os seus alunos, não tem nenhuma dificuldade.
Após esse momento, fomos para a realização da proposta de análise do texto publicitário. Apresentei uma proposta de trabalho a partir do texto publicitário. Foi um atividade enriquecedora, e os professores se sentiram motivados a realizar essas atividades com os alunos. Os grupos expuseram suas análises por meio de cartazes e reflexões. Foram analisados: público-alvo, recursos verbais, promessas implícitas e explícitas, cores e cenário, articulação entre o verbal e não verbal, argumentos persuasivos, inimigos aparentes. Houve muita interação, surgiram algumas dúvidas que foram discutidas e dabatidas pelo grupo.
No momento final, fizemos a autoavaliação para que pudéssemos refletir sobre a atuação e a participação no Gestar durante essa etapa e para que pudessem dar opiniões e sugestões sobre nossos encontros, apontando os pontos positivos e negativos. Foi um momento de muito valor, em que houve um clima de sinceridade entre os participantes, revelando que o grupo tem uma boa interação. Recolhi os portifólios, passei as orientações do próximo encontro, tirei algumas dúvidas individualmente de alguns cursistas sobre a formulação e aplicação do projeto.
Combinamos de, nos próximos encontros, estudarmos a estrutura do projeto, pois algumas têm algumas dificuldades para elaborar.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
OFICINA 8
quinta-feira, 30 de julho de 2009
OFICINA 7


No dia 18/07, nos reunimos novamente para estudar, analisar e planejar mais uma oficina. Começamos a oficina 7 dispostos a discutir o tema letramento. Algumas perguntas sobre o tema foram feitas, o que gerou muita discussão sobre a prática na sala de aula. Em meio a muitos comentários sobre o tema, percebe-se que o letramento vai muito além da alfabetização; da sistematização do processo em que o indivíduo domina a gramática e suas variações; este processo não se resume em apenas codificar e decodificar, mas sim, em ler e ter capacidade de interpretar, compreender, criticar, resignificar e produzir conhecimento.
" Letramento é o resultado da ação de ensinar a ler e escrever. É o estado ou a condição que adquire um grupo social ou um indivíduo como consequência de ter-se apropriado da escrita" (SOARES, 2003).
Em seguida, foram feitos os relatos do Avançando na Prática. Algumas das professoras, que entraram recentemente no curso, não apresentaram os resultados da TP 4, mas da TP3. No entanto, o relato das experiências foi fantástico. Vê-se que as professoras estão desenvolvendo bem o trabalho e que as aulas estão provocando diferenças na sala de aula. Segundo as mesmas, os próprios alunos estão elogiando as aulas, pois estão diferentes e atraentes. Porém, os professores continuam não entregando o relatório escrito em dia. Portanto, fez-se novamente necessário fazer uma abordagem sobre a responsabilidade e pontualidade na entrega dos relatórios, pois sem eles, é difícil dar andamento ao meu trabalho junto ao GESTAR. Reforcei também a importância de aplicar os AAAs para os alunos, não somente as atividades do Avançando na Prática. Uma das professoras expôs para nós os cartazes elaborados pelos próprios alunos e os textos produzidos por eles. Notou-se que muitos alunos sabem redigir coerentemente, apesar das inadequações ortográficas. Isso é gratificante. A cursista Gorete relatou que os seus alunos saíram nas ruas do bairro onde moram, fizeram pesquisas e mostrou os resultados com muita eficiência, com exceção de poucos que sempre não se interessam por nada. Outra cursista relatou que, ao aplicar o Avançando na Prática da página 35, aproveitou que a escola estava mobilizada para a festa “Julina”, pois a mesma não foi possível ser realizada no mês de junho. Então, aproveitou a oportunidade para fazer a proposta para os alunos sobre uma pesquisa sobre essa data que já faz parte da cultura da cidade. Novamente, com exceção de alguns alunos que não gostam de interagir (ponto negativo do trabalho), o resultado foi um sucesso!!! Vê-se que os alunos estão interagindo mais. Surgiu também a discussão sobre a exposição de todos os trabalhos realizados pelos alunos que, apesar da estética muitas das vezes não ser das melhores, os alunos se sentem valorizados e motivados por verem que o que produziram está sendo visto por todos.
Apesar de o nosso grupo ser pequeno, a cada dia que passa noto que nosso entrosamento e afinidade são cada vez maiores! Conversamos sobre as dificuldades encontradas nas escolas, na profissão; sobre as novidades que nos rodeiam e muitos outros assuntos. É uma pena que, por causa das condições dos professores e a realidade social em que vivem, não poderem registrar os momentos dos trabalhos dos alunos por meio de fotos. Combinamos de, no próximo encontro, criarmos os “envelopes das linguagens”. No próximo encontro, as fotos serão expostas no blog.
Em seguida, partimos para o terceiro momento: elaboração de questões sobre o poema “Cidadezinha Qualquer” de Drumond. As cursistas se reuniram em dois grupos: um ficou responsável por elaborar questões para os 6º e 7º anos e o outro para os 8º e 9º anos.
Os resultados foram muito bons. Os professores partiram de análises objetivas e explícitas do texto até exploração do texto usando a estilística, fazendo leituras e inferências sobre o texto, e elaborando perguntas interessantíssimas. Pelo fato de os professores não terem repassado ainda as questões, as mesmas serão expostas na próxima postagem.
“O ato de ler e escrever deve começar a partir de uma compreensão muitoabrangente do ato de ler o mundo, coisa que os seres humanos fazem antesde ler a palavra. Até mesmo historicamente, os seres humanos primeiro mudaram o mundo, depois revelaram o mundo e a seguir escreveram as palavras.”
terça-feira, 30 de junho de 2009
OFICINA 6
TP3: GÊNEROS E TIPOS TEXTUAIS
UNIDADES 11 E 12
DATA: 27/06/09
TEXTO-BASE
- O tema é profundo, ou seja, não faz parte do universo de uma criança/ aluno do 6.º ano 8.º ano;
- O locutor se faz passar por outro; no caso, um adulto faz-se passar por uma criança, especificamente, um aluno;
- A intenção do texto é atingir outros interlocutores, ou seja, os leitores da revista Veja;
- O suporte onde veicula o texto é uma revista de circulação nacional; ao contrário da composição cujo suporte é o Livro Didático;
- O autor do texto é um crítico e humorista;
- A seção onde foi publicado o texto, trata-se de Artigo de Opinião;
- O texto tem uma sequência lógica, o que, na maioira das vezes, não se consegue por meio de mera Redação Escolar;
- O texto é baseado no conhecimento de um adulto;
- O texto apresenta heterogeneidade de tipos textuais: descritivo, narrativo e argumentativo;
- Devido às características apresentadas pelo grupo, ao defender que não se trata de um exercício escolar, concluíram que o tipo predominante é o Argumentativo;
- Alguns ressaltaram que o gênero, em certos momentos, se assemelha a uma carta, pois apresenta relato do cotidiano da vida familiar;
- O texto é faz denúncias de nossa realidade;
- O texto apresenta semelhança com uma crônica intitulada "O Povo", em que, na realidade, faz uma denúncia e uma crítica sobre as diferenças sociais.
Os grupos que defenderam que o texto é uma Redação Escolar apontaram as seguintes características:
- O título já rotula como sendo uma Redação: "Composição: O salário mínimo";
- Nota-se que as informações prévias são exclusivas do cotidiano do aluno, ou seja, a convivência em família, o que na maioria das vezes impera nas Redações Escolares;
- O interlocutor do texto não foi determinado, por isso que o aluno o direciona para a professora e ainda faz apelo para adquirir pontos;
- A professora corrigiu os "erros" do aluno;
- O vocabulário faz parte do universo infantil: "pequenininho", "doidinho" etc;
- O texto é voltado para o "eu" do aluno, não extrapola o universo discursivo;
- O texto apresenta sequências descritivas, narrativas e argumentativas, mas o que sobressai é o tipo narrativo.
Uns contestavam, outros firmavam suas teses. Notou-se que o estudo de Gêneros e Tipos Textuais efetivou-se durante as discussões, pois ficaram claras as discussões sobre as sequências tipológicas presentes no texto. Os cursistas comentaram a importância deste curso, pois estão aprendendo muito já que as TPS possuem uma linguagem bem acessível à realidade escolar, mas lamentaram pelo tempo ser muito curto entre uma atividade e outra, mas ainda assim mostraram-se animados. Os professores notaram o avanço em sua prática devido ao planejamento e reflexão de como estudar a Língua Portuguesa. A profissional da Secretaria de Educação ressaltou que o professor "gramatiqueiro" só tem a perder, pois o que está sendo cobrado nas provas do Simave, Prova Brasil e Proeb, leva em conta a capacidade sócio-discursiva do aluno. Por fim, fechamos aTP3 com uma grande bagagem de conhecimento e estratégias e levantamos uma análise sobre letramento que é o tema do próximo TP4 e assim encerramos o nosso encontro.
ALGUMAS ATIVIDADES DA OFICINA 5/TP3
Texto: Poema tirado de uma notícia de jornal
A turma será dividida em três grupos e cada grupo terá um tópico para analisar.
1º TÓPICO
Análise do título do texto
- Verificar o que o aluno conhece de um poema e suas características;
- Questionar aos alunos se eles já viram notícias de jornal ou notícias televisionadas.
- Questionar sobre quais notícias atualmente estão sendo muito exploradas pelos jornais;
- Pedir que procurem no dicionário o significado das palavras “poema” e “notícia”.
- Explicar o título do texto.
2º TÓPICO
Análise do contexto
- Descrever a possível vida do João Gostoso;
- Discutir sobre como possivelmente era o “Morro da Babilônia” e perguntar se já ouviram falar sobre a Babilônia na história da Bíblia;
- Entregar um pequeno texto falando sobre a Babilônia na história da Bíblia;
- Questionar sobre que relação teria o nome do morro com a região da Babilônia na história.
3º TÓPICO
Análise do texto
- Segundo a leitura do texto, obter informações sobre:
- A vida de João Gostoso
- A relação entre os versos “bebeu, cantou e dançou” com o desfecho da história.
- A relação entre a imagem e a história relatada no texto.
- Apresentação dos trabalho
- Retextualização
- Fazer uma análise geral sobre a construção do poema, sobre o autor do texto e a ideia de Bandeira em retextualizar a notícia.
Pedir aos alunos para produzirem uma notícia a partir do poema feito por Manuel Bandeira.
CURSISTAS: JANINE E GREYD
ATIVIDADE 2
Trabalho com a música "Bom Dia"
1º Entrega da letra da música;
2º Fazer a leitura objetiva: "Quem são estas pessoas? Quem saiu e quem ficou?";
3º Fazer a leitura de inferências;
4º Fazer um comentário sobre os autores;
5º Ouvir a música e levá-los a cantar;
6º Trabalhar interpretação de texto:
QUESTÕES PARA INTERPRETAÇÃO
1- Quanto à estrutura do texto, podemos considerá-lo:
a) Poema b) Notícia c) Receita d) Biografia
2- Justifique a resposta da questão anterior.
3- Há alguma marca de tempo no texto? Comprove com um trecho do texto.
4- O texto retrata o cotidiano de quem?
5- Podemos identificar dois interlocutores no texto. Identifique-os.
6- Através das marcas existentes no texto e nas imagens, caracterize esses personagens.
7- Qual o trabalho que predomina na região onde você mora?
7º Comentar as respostas (criando um círculo para debates);
8º Selecionar imagens de pessoas trabalhando (todos os tipos de trabalho) relacionadas a arte, corpo, esporte etc. para apresentar na sala (montar um painel);
9º Produção de texto (duas sugestões);
- Produzir um texto (relato) retratando o cotidiano de seus pais;
- Produzir um texto, transformando o poema em uma narrativa;
Objetivo: Levar o aluno a refletir qual o conceito de trabalho que tem e retextuzlizar.
CURSISTA: ANTÔNIA
domingo, 21 de junho de 2009
RELATÓRIO DA OFICINA 5 TP3 - GÊNEROS E TIPOS TEXTUAIS
TP3 - UNIDADES 10 E 11
Data: 13/06/2009
Gêneros e Tipos textuais
terça-feira, 9 de junho de 2009
CRONOGRAMA DO GESTAR II EM TEÓFILO OTONI e CURSISTAS
Cronograma das Oficinas Pedagógicas de Língua
Portuguesa – 2009
Formadora: Rose A. Costa Souza
Local: E. E. Nossa Senhora de Fátima
Dias Mês Oficina
27 Jun 2ª Oficina TP 3
18 Jul 1ª Oficina TP 4
15 Ago 2ª Oficina TP 4
29 Ago 1ª Oficina TP 5
12 Set 2ª Oficina TP 5
RELATÓRIO TÉCNICO DAS PRIMEIRAS OFICINAS
Relatório Técnico do Gestar II em Teófilo Otoni - MG
No dia 30 de maio iniciaram– se as duas primeiras oficinas introdutórias do Gestar II em Teófilo – MG (37ª SRE). O primeiro momento do evento foi realizado na sede da 37ª SRE em Teófilo Otoni. Na parte da manhã, das 8h às 12h, houve a apresentação do Projeto. Muitos profissionais esperavam ansiosamente para conhecerem o Gestar II. Começamos com uma dinâmica e em seguida, as coordenadoras da superintendência de ensino fizeram a apresentação de uma mensagem e prosseguiram com a exposição dos objetivos do Gestar II.
Apesar da resistência de muitos professores, devido o curso ser desenvolvido aos sábados, o encontro foi bastante proveitoso e cumpriu os objetivos de informar a comunidade escolar sobre o GESTAR II e despertar nos cursistas o entusiasmo pelo mesmo.
Encontra- se neste blog a lista com os nomes dos cursistas e o cronograma durante o qual serão desenvolvidas as outras oficinas.










